Alcançando o peso ideal... Transformando um sonho em realidade ;)

"O sucesso é a soma de pequenos esforços, repetidos dia sim e no outro também!"
Cheguei!!! Alcancei minha meta!!! Graças a Deus!
"Nunca duvide do seu potencial, você pode quando você quer, você consegue quando você luta." Eu lutei e concluí: cheguei aos 60k! 47k off!!!

Gostou? Siga você também e indique a seus amigos!

Controle de Peso

Mostrando postagens com marcador Obesidade Infantil.... Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Obesidade Infantil.... Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Como mudar a alimentação familiar?


Dúvidas mais comuns sobre como mudar a alimentação e como envolver toda a família na mudança do hábito alimentar são esclarecidas abaixo. Confira!
1- Quais as dicas para a mãe de família que vê a necessidade de reestruturar o cardápio familiar? Como fazer a mudança de uma maneira prática?
A mudança no cardápio deve ser gradual. Assim, se há estoques, por exemplo, de guloseimas (refrigerantes, salgadinhos, bolachas recheadas, doces) é importante que a troca seja gradual. Comece restringindo os dias permitidos para a ingestão desses alimentos. A freqüência e a quantidade devem ser controladas. Ao mesmo tempo, aumente a oferta de alimentos saudáveis (frutas, legumes, verduras). Não vale a desculpa de que não gosta desses alimentos. Se não há o hábito ou esses alimentos não fazem parte do cotidiano, a aceitação, muito provavelmente, não será imediata. Mas é importante não desistir. Gradativamente, substitua o refrigerante pelo suco natural. Se durante o dia ingere mais refrigerante do que água, comece a inverter esse quadro. É importante não desistir e sempre estar estimulando a adquirir novos hábitos alimentares. 

2- Quais são os conselhos para que o líder da família perceba essa necessidade de mudança? Quais são os sinais que mostram que o cardápio da família precisa ser reestruturado?
Infelizmente, a percepção ocorre somente quando já se é observado algum caso na família de excesso de peso, hipertensão, colesterol alterado ou taxa de glicose sanguínea elevada. Mas, a atitude de mudar a alimentação pode e deve ser tomada antes. Se percebe que não há uma freqüência na ingestão de leite e derivados, cereais integrais, frutas, legumes, verduras e, ao mesmo tempo, as refeições são baseadas em alimentos muito calóricos como, por exemplo, tortas, pizza, sanduíches, salgadinhos, doces, essa é a hora da mudança. 

3- Como fazer com que o novo cardápio seja bem recebido por todos os membros da família?
A mudança nos hábitos alimentares deve ser estimulada por todos os membros da família. Pais, responsáveis, filhos, avós e empregadas têm que estar cientes de que a mudança é uma atitude positiva que trará melhoras para cada pessoa. Além disso, se cada membro se cobrar uma nova posição frente à alimentação, ele servirá de estímulo e referência para outros membros da família ou pessoas da mesma convivência. Ter um cardápio variado, estimulando os sabores e elaborando uma refeição colorida aumentará a aceitação dos novos alimentos. 

4- Quais as vantagens de fazer uma reeducação alimentar em conjunto?
A maior vantagem é que todos os membros da família se estimulam a seguir uma alimentação saudável. Assim, quando um pensa em desistir ou tem a tentação de ingerir um alimento não apropriado para o momento ou com grande freqüência, outras pessoas podem estimular a seguir no caminho correto.

Leia mais em: Minha Vida
 

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Obesidade Infantil e Reeducação Alimentar


Como já comentei lá no início do blog, desde criança eu era gordinha. Me lembro que quando comecei a estudar e “fazer a festa” nas guloseimas das barraquinhas em frente à escola é que comecei a engordar. Também me lembro que na 3ª série eu já pesava 49k! Portanto o assunto é sério.
A obesidade infanto-juvenil ocorre em todas as classes sociais e já se tornou um problema de saúde pública. Um problema grave e deve ser tratado como tal.
As causas da obesidade são muitas: má alimentação, sedentarismo, histórico familiar (comportamento, genética), hormonal, distúrbios psicológicos, etc. Se existem muitas causas para a obesidade, já podemos calcular as consequências: aumento de colesterol; risco de contrair diabetes e doenças cardiovasculares; baixa auto-estima; problemas respiratórios e ortopédicos, provocados pelo excesso de peso; bullying, dentre outros.
Normalmente as crianças obesas comem alimentos muito calóricos, logo não precisam consumir muito para causar o aumento de peso. Quanto mais cedo for tratada, maiores são as chances de cura e de desenvolver uma vida adulta “padrão”. A grande maioria dos adultos acima do peso ou obesos foram crianças obesas. 

Quero comentar, especialmente, a má alimentação acompanhada de histórico familiar.


Você, adulto, faça uma reflexão dos seus hábitos:
Quando criança, você comia de tudo? Vou supor que não. Quantas e quantas vezes te diziam:
- Coma tudo ou não ganha sobremesa!;
- Se não comer o espinafre não te levo pra passear!;
- Ah, não gostou, então não come, pega mais x ou y que está gostoso!
- Já vai parar? Não, coma mais, coloca mais comida aí!
- Só pode parar de comer quando a barriga estiver ‘cheia’!
- Tem que ‘raspar’ o prato!
Agora que é adulto, em relação a uma criança:
- Você está na praça de alimentação de um shopping, a criança come no mesmo restaurante que você ou ela come no fast food e você... também! Sempre!?
- A criança não quer comer e você promete isso ou aquilo;
- A criança já demonstra que não vai comer tudo e você coloca a sobremesa na frente dela!
– Você nem reparou na quantidade de comida que ela já comeu (inclusive que o café da manhã foi servido bem mais tarde) e continua insistindo que ela coma mais!
– Você não come e por isso não compra frutas, legumes, verduras, etc., e sempre faz frituras, massas, doces...
- Eventualmente, força a criança a beber suco, mas você toma refrigerante!

É... acredito que já nos entendemos!!! Trata-se, simplesmente, de cultura. Aquilo que aprendemos é o que seguimos e ensinamos. Hoje em dia, devido à correria e praticidades da vida moderna urbana, são poucos os casos de alimentação saudável e bons exemplos nas famílias. Nossos costumes precisam mudar, a família toda deve se envolver na reeducação alimentar, senão não funciona e dar o exemplo é fundamental.

Reeducação alimentar é aprender a comer corretamente, respeitar seus limites, seu corpo, sua saúde. Na vida é possível aprender de tudo e comer é algo que se aprende. Hoje, crianças e adultos parecem “analfabetos” no assunto!

O que principalmente devemos aprender é que a reeducação alimentar não é deixar de comer tudo o que gosta e passar a comer somente frutas, verduras, legumes e alimentos light, diet, zero caloria, integral. Não. É aprender que você pode comer tudo, mas sem exageros e de forma equilibrada.
Quando perdemos esse equilíbrio, ganhamos excesso de peso, aí sim vem a dieta e ausência temporária de alguns alimentos.
By Prosa;)

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...